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Alma vagabunda

08 Set

alma vagabunda

Nunca darei a você
amor que sacie
sua alma vagabunda,
sua sede de vinho e de rua,
que você tem na garganta
e me cospe
quando me ingere e rejeita,
se me prova em delírio
(por engano)
como cicuta.

Nunca darei a você
amor sem pecados,
que engane
sua alma de santa.
Nem terei em mim
o desejo da pureza,
que você precisa
na sua saliva,
quando me engole
(me janta)
como castigo.

 
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Publicado por em 08/09/2013 em POESIA, sensual

 

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