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Humildes versos

08 Set

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Navego rumo nada,
no teu mar,
amargo e árduo
meu esboço inacabado
e uma navalha como jugo.

A teus pés eu entreguei
meus humildes versos,
Em tuas mãos eu revelei
meu universo
como um destino incerto
que por caminhos desertos
procuravam por ti.

Ah! Não fosse
essa febre que pulsa
nos meus olhos
(de fêmea e cio).
Essa saliva,
que me devora,
neste teu cheiro que me droga
(e me vicio).

Ah! Não fosse
esse meu coração
que é tão frágil e só,
eu não temeria
o risco de naufragar,
morrer sem saber velejar
viver sem ter
podido te amar.

 
 

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