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Arquivo da Categoria: artigos & ensaios

Carro zero, estupidez comprovada

Acabamos de receber mais um troféu, este sim, é motivo de chacota para a comunidade mundial, somos agora o País que vende o carro mais caro do mundo. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/141851-o-mais-caro-do-mundo.shtml . Um país que tem uma distribuição de riqueza absurda, onde 5% da população retém em suas mãos mais 90% de toda a riqueza aqui gerada, tem agora a ousadia de se dar ao luxo de vender o carro mais caro do mundo. Isto só fortalece o crescimento dos nossos bancos, a maioria da frota de carro em circulação nas ruas deste País pertence sim, aos nossos bancos, caso não paguemos suas prestações absurdas, eles tomam-no de nós.

Comprar um carro é um excelente negócio, primeiro vamos à loja e escolhermos o modelo que cabe no nosso bolso, então o banco vai aprovar a sua escolha, vai analisar seu potencial de crédito para depois permitir que você o tenha.

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Próximo passo, sair com ele da loja e receber um compromisso de 60 prestações, onde fica estabelecido que seja seu o direito de guia-lo. Mas não lhe qualifica como dono real, é apenas uma posse ilusória, mas o melhor de tudo é que existe uma conta bem legal de ser feito, acompanhe-me.

Suponhamos que o carro que não é teu, até que você pague até o ultimo tostão ao verdadeiro dono (o banco), lhe custe à quantia de R$ 30.000,00 reais a vista, mas ao final da quitação da sua divida este carro lhe sairá por R$ 60.000,00, mas o melhor vem agora, este carro que você pagou a quantia de R$ 60.000,00 tem um valor de mercado aproximado de R$ 10.000,00 ao final de 06 anos. Parabéns, você pegou R$ 30.000,00 ao banco dando em garantia um carro que tem valores em outros países aproximados de R$ 12.000,00, agora o banco vai querer que seja pago o dobro do preço e ao final do pagamento você tem um bem que vale menos de um terço do valor na loja.

Ficou feliz em ter um carro novo? Continuemos então, você ficará mais ainda…

Este belíssimo carro (que ainda não é seu) tem algumas despesas, você deverá conhecê-las. Você terá que abastecê-lo com combustíveis totalmente nacionais por um preço mais caro do que os países vizinhos vendem, mesmo levando em conta que este combustível é por nós mesmos fornecidos a eles, ainda correndo o risco de ser “batizado”, sendo misturado com agua ou álcool, prejudicando o motor e peças essenciais ao bom funcionamento do veículo. Isto acarretará despesas com mecânica que não foi citado no ato da compra.Wall-Street

Este carro deverá assumir uma despesa pelos direitos de usar as ruas maravilhosas de nossas cidades, o IPVA, um imposto obrigatório que cobram pela conservação das ruas e estradas. O único problema é que se você cair em um buraco destas ruas ninguém vai lhe ressarcir, ou se for brigar por esse direito, nosso processo judicial vai demorar vários anos até que se receba algum dinheiro que não cobrirá sequer a mão de obra do mecânico, nem mesmo peças da suspensão avariada pelo buraco.

Então funciona assim: Você é obrigado a pagar pela conservação das ruas para andar com seu bonito carro (mas que ainda não é seu). Não adianta, porém, reclamar se estas ruas não forem conservadas, nem se o carro sofrer danos e perdas irreparáveis ao seu bolso, pois irão dizer que sua condução não é habilidosa e foi culpa sua não ter desviado do buraco, mesmo correndo o risco de bater em outro carro.

Muito bem! Estamos indo bem, não se apresse! Agora vamos falar da segurança do carro.

Recentemente ganhamos mais um belo prêmio. O nosso “Celta”, carro produzido pela GM, recebeu notas vergonhosas de segurança http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2011/11/24/carros-vendidos-no-brasil-dao-grave-vexame-em-crash-test.htm, é mais fácil morrer em um acidente com um carro destes estando dentro dele do que fora dele. É melhor ser atropelado por um Celta do que estar dentro dele. Mas tudo bem! Existe também o seguro obrigatório que deve ser pago para que se receba premio por invalidez ou morte causado por acidentes de carro.

Porém se você não pagar este seguro seu carro pode ser apreendido imediatamente, mas se por uma má sorte você tiver que usá-lo será necessário anos de espera, pois ninguém tem culpa da sua falta de habilidade em dirigir em nosso transito totalmente caótico.

Agora vem o melhor de tudo, como este é um ótimo negócio e todos querem ter um, um mercado alternativo se ergue para terem peças roubadas para a sua reposição. A indústria seguradora torna-se sócia da indústria do furto e roubo. O banco vai lhe cobrar em media 10 % do valor do seu carro por ano para que este carro fique seguro em suas mãos, caso seja roubado, bata ou pegue fogo você será indenizado. Este carro que custa R$ 12,000 em qualquer lugar do mundo e que você comprou por R$ 30.000,00 e vai pagar R$ 60.000,00 ainda vai lhe custar R$ 2.500,00 anuais para que seja protegido.

Ao final de 06 anos acrescente mais R$ 15.000,00 de seguro. Consta ainda mais 6% em media de IPVA e seguro obrigatório, ou seja, acrescente mais R$ 1.800,00 em média anual ao custo total do carro, o que daria um montante de R$ 10.800,00 para os próximos seis anos a ser acrescentado ao valor do carro (que ainda não é seu), considere que você é um ótimo motorista e que aprendeu a desviar dos milhares de buracos e que conserve bem o motor com as trocas de óleo necessárias ao bom funcionamento do carro, ainda assim a maioria das peças de um carro popular são feitas com material mais barato e de pouca durabilidade, então para ser bem otimista este carro vai lhe dar apenas mais R$ 1.000,00 em despesas anuais de conservação. Totalizando mais R$ 6.000 em seis anos.

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Até agora este carro esta lhe saindo por R$ 91.800,00 em seis anos de uso e se ao final de 06 anos  você conseguir vendê-lo por R$ 10.000,00 você é um bom negociador.

Não estamos considerando os imprevistos e gastos extras que comprometem nossos orçamentos que não permitem que paguemos em dia a prestação do carro. O banco vai te dar multas e mora por atrasos que podem aumentar a prestação em 30% em média. Reze, então, para que nos próximos anos, não precise passar por cirurgias, não perca o emprego, não seja roubado, não sofra acidente, não caia de cama, etc.

A boa noticia é que esta em suas mãos brecar esta roubalheira toda. O único problema é que estamos errando o alvo, lutando por mudanças sociais para que possamos viver um uma sociedade mais justa, mas temos insistentemente batendo da tecla errada.

Sair às ruas para manifestar nossa insatisfação por aumento de tarifas de ônibus não trará nenhum resultado satisfatório, estaremos apenas dentro dos limites permitidos de insubordinação ao poder. Como dizem por aí o negócio é mais embaixo. É claro que estamos em um novo quadro de informação, o acesso à internet tem nos dado informações nunca antes permitida, é pena que a maioria esmagadora considere-a apenas um instrumento de ociosidade, uma vitrine de vaidade de valores inúteis.

Para que saibamos como realmente afetar esta atual estrutura é necessário saber quem esta por trás desta farra do boi, não adianta discutirmos teoricamente como deveria ser nosso país, como deveriam ser nossos políticos e a maneira correta de nos desvencilharmos do jugo a que nos submetemos. Precisamos antes de tudo, termos uma nova consciência diante deles. Precisamos quebrar a economia, infelizmente, para que ele seja refeita. Isto que a imprensa junto com a mídia (formadora de opinião e desejos) está fazendo com nossa mente é digno de uma resposta á altura. O verdadeiro algoz é o poder financeiro, que aparece como o cordeiro, mas é o lobo faminto e voraz conduzido pela má riqueza distribuída em nosso país. Os bancos bilionários, as indústrias gigantescas que engolem todas as suas rivais e a concordância politica em aceitar que seja assim, distribui o verdadeiro poder para uma minoria extremamente avida pelo controle social, politico e financeiro da população. Isso implica dizer que nosso governadores tem patrões que os bancam e exigem que cumpra uma cartilha.

Não adiante ficar dando murros nos joelhos de um gigante é necessário acertar o fígado, a única forma de não sermos ganhadores de prêmios estúpidos, como comprar o carro mais caro do mundo é não comprá-lo.

Infelizmente anos e anos a mídia covarde e controlada pelos gananciosos tem lhe dito que um novo carro é um sonho de consumo que lhe garante felicidade, e você tem aceitado isso como verdade, mas o que foi dito acima prova exatamente o contrário: é uma roubada.

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Suspenda por alguns meses todos os seus projetos em aquisição de bens de durabilidade, reforme seu carro velho, compre um usado um pouco melhor que o seu, negocie tudo com sua mente viciada em adquirir coisas novas e convença-a a desejar menos, em poucos meses nós deixaremos de sermos reféns destes filhos da puta. Eles saberão que temos como atingi-lo e que as regras podem ser mudadas para que tenhamos um pouco mais de chance de ganharmos como cidadãos dignos que pagam um dos impostos mais caros do mundo e temos um dos piores retornos sociais do planeta.

Não precisamos sair nas ruas com o risco de levar pauladas e gás lacrimogênio, simplesmente segure sua fome de consumo por algum tempo, isso sim o fará repensar como deveríamos ser respeitados por sermos na realidade o verdadeiro motor da economia. Todos nós juntos somos o verdadeiro poder, mas não apenas uma parte, não apenas alguns amigos que irão ler e pensar: -É!, faz sentido. Não, não é assim, este texto deve circular e difundir por todo meio de comunicação que for capaz de ser compartilhado e mesmo que muitos não entendam assim, ao menos saberão quais são as regras desse jogo desumano.

Marcos tavares

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A grande ilusão do Eu

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Cada vez que você lê o que eu escrevo, você lê o que interpreta dentro de você, nunca vai ler o que eu quero dizer realmente, pois o que eu quero dizer pertence apenas a mim e ao meu universo. Embora, eu saiba que seja difícil entender, em verdade, cada um tem seu próprio universo.
As minhas palavras vão passar pelo seu filtro interpretativo para depois serem conhecidos pela sua razão.
Todas as vezes que olhar para si mesmo, não verá a realidade de um ser, mas a imagem construída de alguém que você se identificou a vida toda. Nunca esse ser humano que você diz ser “EU MESMO” será o verdadeiro ser que você é.
Até ao dizer estas palavras, primeiro, este hóspede (que você acha que é você) vai achar que é com ele que estou falando e vai de imediato me chamar de idiota. Como se fosse possível haver outro alguém dentro de você. Pois é, aí reside o problema! Você vai procura-lo no lugar errado.
Não existe ninguém aí pra você confrontar, dar uma boa olhada e dizer: Então este sou eu. Enfim achei você que se diz ser EU, desista desta procura, é um conselho de quem não fez outra coisa nesta vida além de procurar algum SER REAL dentro de si.

O olho que tudo vê

A realidade ultima do ser não pode ser conhecida, pois é ele que esta conhecendo, assim como o olho não pode se olhar ou o dedo não pode tocar a si mesmo.
Entendido isso, vamos então, mudar de assunto, o que eu digo é inútil para minha vida e não vai me levar a lugar nenhum. Você poderá pensar assim, lendo estas palavras. Mas será mesmo?
Se existe alguém ou algo que observa tudo que sou e não pode ser observado, então o que é visto (neste caso, aquele que você chama de EU) não é a verdadeira consciência, o verdadeiro observador, visto que é você que observa o mundo e tudo que nele contem, incluindo aquele que você chama de EU mesmo! Não deixa de ser uma visão, uma ideia de si na falsa interpretação desta realidade ultima.
Palavras podem ser invalidas na mente de quem não tem interesse de ir além, assim como este texto está direcionado á quem dele souber tirar proveito, eu apenas reforçarei o que digo, para que aqueles a quem for dirigido estas palavras possam ter o seu sentido aproveitado no alivio de muita incompreensão que, como nuvens carregadas, escurecem a nossa visão e pensamentos.

O mito da humildade

Quem sou eu? Esta é a pergunta que se faz agora e talvez a pergunta mais feita pela humanidade e de forma alguma tenho eu a pretensão de responder esta pergunta.
Eu não sei quem sou eu, mas sei que não sou esta pessoa que vejo viver no mundo. E isto para mim, neste momento, é suficiente saber.
Agora que descartei ser o que é visto, basta seguir adiante sem esta ilusão. Então as coisas que me importava tanto em mim, começam a ser menos importante, começo o processo da não identificação com o corpo e mente que imagino ser eu.
Enfim o processo da humildade se instala em mim e pareço menos apegado a esta imagem que faço de mim. Pode não parecer, num primeiro momento, que isto tenha algum valor para você, muito pelo contrário, ser humilde é para pessoas incapazes e derrotadas. Eu vou lutar por mim! Pensaria você assim, esse papo de observador e observado é uma falácia. Não julgue com tanta pressa esta palavras, pense um pouco! O estado de realização e compreensão precisa passar pela anulação de si. Parafraseando Jesus “Aquele que quiser salvar a sua vida a perderá, mas aquele que perdê-la a salvará

 

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A fé no banco dos réus

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A hipocrisia da fé em Deus

Segundo definições colhidas no meio religioso, filosófico e fontes alternativas, Deus é a inteligência suprema, justiça perfeita, amor sublime e causa primaria de todas as coisas.
Nada pode acontecer se estas causas não estiverem em ação, a respeito disto a maioria esmagadora do segmento religioso está de acordo.
Isto implica dizer que se cair um poste na minha ou na sua cabeça, o único agente é Deus.
Pois nesta ação estará: o amor sublime (o amor acima de todas as coisas) justiça perfeita (ação e reação) e inteligência suprema (onipresença, onipotência e onisciência).
O exemplo do poste também vale para as bactérias, as deformações físicas e mentais e todo manifesto vibrante do qual se é sensitivo.
Fazem parte deste cenário, a imagem estonteante de um por de sol, o orgasmo, o amor correspondido, a felicidade da conquista de um objetivo, a saúde recuperada e tantas outras possibilidades desta manifestação. Tudo que move é sagrado.
Se aceitássemos essa pequena definição, a humanidade já estaria salva e todas as coisas estariam corretas e organizadas por esse poder infinito. Desta forma, sim! Teríamos enfim: fé em Deus.
Mas aquilo que chamamos de fé é uma tentativa fálica de organizar o mundo, conforme nossos critérios. O mundo que é dado é também retirado a qualquer momento e nada podemos fazer. Nem mesmo assim, deixamos de tentar ser o dono de suas ações e do ambiente, num exercício infantil de controle. Por mais que esperneiem as ciências agregadas, a psicologia e a filosofia e mesmo até, a religião, nós não somos controladores de nada, antes controlados por uma força superior a nossa que imaginamos poder negociar.

Negócio da China.

Por sermos humanos somos dotados de ego, agente individualista, que quer nos apartar da humanidade e construir um castelo próprio para as nossas fantasias. Um reino que nos aproprie do julgamento sobre o certo e errado e que nos faça sentir superiores aos outros e assim atestar uma existência de destaque.
Como os acontecimentos da vida não atestam essa sandice o mundo externo e a humanidade passa a ser objeto de conquista.
Saímos à caça de aliados que nos auxiliem na tarefa de valorizar a imagem representativa de um vencedor. A mídia sabe que você esta em busca desta autoafirmação e nomeia os bens materiais como objetos representativos de superioridade. A busca para amealhar bens e conquistar um trono para o assento da bunda desembesta: Fica estabelecido o objetivo humano. Num jogo com regras obscuras e prêmios questionáveis.

Negociando com Deus.

Na luta desenfreada e irracional de se tornar vencedor, o homem enfrenta na vida um inexorável inimigo chamado “destino”, do qual não faz ideia de como moldá-lo a sua vontade.
Nessa falta de rédeas e sensibilidade altruísta de se render a soberania da destinação da vida, novamente sai à caça de aliados e encontra na religião a promessa de uma vida melhor e mais ajustada a seus anseios egoístas, onde tem na fé, seu maior trunfo.
A fé se torna uma força interior capaz de “remover montanhas”, e nesta crença confundida com a ótica humana de saber o que lhe é melhor, torna a vida um campo de ideologias individualizadas onde não existem acordos nem aceitação de viver em sintonia com a vida universal. O que o outro pensa, deseja e precisa me oprime, devo desconsiderar sua existência por minha moral construída em cima das minhas ilusões, pois o mundo precisa satisfazer a minha vontade, mesmo que ela seja regida pela minha visão mesquinha de convivência.
A fé que começo a construir a partir deste raciocínio, descredencia Deus de ser a causa primaria de todas as coisas e dá a ele a impotência diante de tudo. Um mero observador que senta num trono e fica torcendo pelas conquistas que almejamos. Uma imagem dantesca onde imperaria o maniqueísmo e o acaso.
Desta forma eu aceito a ideia do diabo como o outro que não aceita as normas de moralidade e ética que eu creio como reais. O Deus que eu construo luta por mim, enquanto o diabo luta pelo outro (“o inferno são os outros” – Jean Paul Sartre), Neste ambiente se ergue a religião, onde busco adeptos a minha crença.
A religião é o instrumento de descontentamento com a realidade. A terra prometida de ilusões humanas, Não se trata de Deus. Segue assim, um mapa comportamental (cartilha do medo), para aquisição de um objetivo insubstancial.
Antes, uma fuga do momento imediato para um futuro que nunca se apresenta por não existir como manifesto. O futuro nunca está a nossa disposição como experimentação ou usufruto, em verdade é um engodo que nos entregamos por não sabermos lidar com o momento único da existência: O agora.

A verdadeira fé.

Aquele que tem a aceitação no que acontece e age com complacência com o destino, tem a fé em sua verdadeira essência, não se pode confundir com um comportamento omisso diante dos acontecimentos. Não é disso que se trata! Fé em Deus é entrega total na oportunidade de viver, é submissão às leis da natureza e existência. É um exercício de atuação na idealização divina e amorosa, na qual, a nossa adaptação e representação se tornam intimamente qualificada para novos papeis na criação. Papeis que vão se tornando mais complexos e mais desafiantes, conforme a superação. Esta é a conquista real, o reino dos céus, a evolução espiritual, o samadhi, o nirvana, a consciência cósmica, etc…
Ter uma vida, completamente desgraçada é um papel que sua verdadeira essência se propõe a atuar(Deus não joga dados e não erra). Pedir a Deus que mude seu papel através da fé é fazer a inútil tentativa de ir contra a sua verdadeira natureza e suas habilidades, contra aquilo que se é mais apto a realizar no teatro da existência.
Infelizmente a maioria irá pensar que isto é uma tremenda idiotice, assim como eu já pensei, mas com o passar do tempo e essa ideia batendo na cabeça, vivenciando cada dia com esta verdade, fui me tornando muito mais livre e muito mais feliz. Aprendendo a ter fé na vida sem me ocupar em me revoltar com o destino e não medindo forças com Deus e as circunstancias da vida. Apenas deixando o amor tomar conta do meu ser, num gesto grandioso de humildade e respeito por Deus, suas regras e seus planos de criador.

 

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